Hinode está em uma órbita polar abaixo da Terra (630 km de altitude), sincronizada com o Sol, o que permite observações quase contínuas do mesmo. Então, na prática, o Hinode tem a mesma perspectiva que observadores na Terra uma vez que o ângulo entre a Terra e o Hinode é muito pequeno em relação ao entre a Lua. No entanto, a órbita do Hinode faz a sonda varrear a área oculta pelo Sol uma vez por órbita, e o faz 4 vezes separados.
Imagens do eclipse, feitas a partir de Hinode, permiti aos cientistas desenvolver um modelo melhorado do desempenho do telescópio. Isto pode ser usado para obter observações significativamente melhoradas em alta resolução das partes mais fracas da coroa solar. Isto permitirá aos cientistas estudar a coroa e a atmosfera solar a altas temperaturas.
Um eclipse anelar ocorre quando a Lua, um pouco mais distante da Terra do que a média, passa diretamente entre a Terra e o Sol, surgindo assim um pouco menor aos olhos do observador; o efeito é um anel brilhante em torno da silhueta da Lua. O satélite Hinode registrou o ponto máximo do eclipse anular, como vemos na imagem.
FONTE: NASA/(JAXA/Hinode)
